quinta-feira, 16 de abril de 2009

XXXIII Encontro Nacional de Casas de Estudantes



XXXIII
Encontro Nacional de Casas de Estudantes

Convite e apresentação

Título: XXXIII Encontro Nacional de Casas de Estudantes – XXXIII ENCE.

Tema: De Olhos Abertos: Viver, Criar e Transformar.

Evento para debater as diferenças e necessidades das várias moradias estudantis de todo o Brasil. Com a participação dos residentes de Casas de Estudantes, comunidade acadêmica e estudantes de ensino médio de todo o Brasil.

Local do Encontro: Universidade Federal do Pará – UFPA.
Data de Realização: 19 de abril a 26 de abril de 2009.

Apresentação
O Encontro Nacional de Casas de Estudante – ENCE, é a instância máxima de deliberação da SENCE (Secretaria Nacional de Casas de Estudantes). A SENCE é a entidade que representa nacionalmente todas as Moradias Estudantis. Através desse evento, estudantes organizam e amadurecem debates e métodos que visam uma política de assistência estudantil que de fato promovam a inclusão social na educação, ou seja, que a assistência estudantil ocorra verdadeiramente em sua plenitude.
O XXXIII ENCE ocorrerá de 19 de abril a 26 de abril de 2009 em Belém, Pará, conforme deliberado no XXXII ENCE na cidade de Santa Maria, Rio Grande do Sul, em 2008. A organização será feita pelos residentes da casa de estudantes de Belém e pela UFPA.
O Encontro Nacional das Casas de Estudantes (ENCE), é uma oportunidade para a interação e discussão de pontos referentes as políticas de assistência estudantil. Não priorizando somente a moradia, mas também visando todos os aspectos que garanta o acesso e a permanência na universidade de estudantes oriundos de classes menos favorecidas.

Eixos de discussão do XXXIII ENCE:

Expansão, acessibilidade e participação.
Integração de casa de estudantes perpassando instituições
Assistência Estudantil e Movimento Estudantil de CEUS

Grupos de Trabalho:

Mesa 1:
1) Construção/Reforma de novas casas de acordo com o desenho universal.
2) Expansão de Casas através do REUNI
3) Possibilidade e Método para participação dos estudantes na construção de novas casas
4) Discussão sobre políticas de substituição de moradia (Auxílio Moradia)

Mesa 2:
1) Assuntos referentes à casas autônomas, secundaristas e estaduais.

Mesa 3:
1) SENCE - História, Atualidade e Novos Rumos
2) Como Promover a Interação Social: Troca de Experiência entre as CEUs
3) Meios de Inclusão no Movimento Estudantil de Casas
4) Quebra de Estigma: Discriminação e Preconceitos nas Casas

6 comentários:

Dilma Lopes disse...

Muito bacana discutir um assunto estratégico pra nossa realidade de país continental e de naturez ultr-excludente.

Como fazer pra participar?
Há inscrição, etc.?
Em que locais ocorrerão as dicussões?

Parabéns e agurado notícias.

Abraço.

Dilma Lopes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Otavio Luiz Machado disse...

As informações já estãpo no blog.
mAIORES INFORMAÇÕES:
Contatos para informações:
Leila Bentes (91) 8182-7498 leilokbentes@gmail.com

Anônimo disse...

Quis o destino que fosse na UFPA, a qual não tem casas de estudantes, espeluncas apenas e irá inaugurar o auditório mais luxuoso de todas as federais. E quando veio a verba todos, docentes que nunca deram aulas e nem querem, e discentes safados, apoiram. Os discentes politiqueiros por uma razão simples: enquanto não houver casa descente em toda eleição pode sair pelos corredores gritanddo: VAMOS LUTAR POR CASAS DE ESTUDANTES!!!!!!

Anônimo disse...

VESTIBULAR ÚNICO NACIONAL: JOVENS BRASILEIROS! LUTEM!

Essas pessoas que estão decidindo tudo no caso, afirmo, têm pensado em muita coisa, menos em vocês. Esqueça essa história de que jovens da rede pública possuem má formação. Existem muitos bons e nem tanto assim e de ambos os lados. Vou provar que educando da rede pública tem tudo que precisa para fazer curso superior, com dois fatos:

1) Estudo científico da Unicamp, http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=3502&bd= 1\&pg=1&lg=, acesso abril/09, realizado por Renato Pedrosa, prova que os ingressantes através do seu cotismo, pomposamente designado de ¨Ação Afirmativa¨, não apresentam desempenho acadêmico pior. Havendo até casos significativos em que são melhores. A mesma conclusão chegou todos os estudos de casos em que adotaram algum processo deste tipo. Mais ainda. Alguns indicadores apontam a Unicamp como nossa líder no cenário internacional. Portanto, capacidade dos estudantes da rede pública de fazer qualquer curso de qualquer universidade, no mundo até, há. O mesmo vale para todo estudante brasileiro.

2) o Programa do MEC/MCT, olimpíada brasileira de matemática das escolas pública - OBMEP, matéria tida por bicho papão do estudante nacional, apresenta no endereço http://www.obmep.org.br/picme.html, o Programa de Iniciação Científica e Mestrado – PICME, que engloba 30 mestrados em matemática pelo Brasil todo. Leia. Por este, os jovens das escolas públicas classificados, com não mais do que um ano de treinamento quase todo online e que ingressaram em qualquer curso superior, podem fazer simultaneamente um curso de mestrado em matemática. Sendo o mestrado com duração de 2 anos e graduação, no mínimo, em 4 anos, muitos terminarão mestrado antes até da graduação. E, até pela quantidade de professores e universidades públicas que avalizaram tal programa, além de ser financiado pela Capes/CNPq/MEC/MCT, o fato expressa fé pública de que há educando da rede pública em condições para compensar tal investimento de recursos públicos e torná-lo mais do que um programa de sucesso. Assim sendo, facilmente o mesmo é viável para qualquer outra área. Portanto, uma vez sem possível mestrado em matemática com graduação concomitante, apenas graduação é uma coisa simplória.

A não ser que o MEC venha defender que tudo exposto é falso, portanto, significa demitir alguns e processar todos. Permanecendo verdadeiro, que o MEC tome as mesmas providências que estão tomadas via OBMEP para todos os cursos.
E, o urgentíssimo é lutar para que MEC providencie:

1) Que todo candidato, pagante ou isento no vestibular nacional, seja isento de toda e qualquer taxa em qualquer pública, caso essa não aceite só o nacional como condição única.

2) Que o MEC, ao invés de repassar recursos (começa com R$ 200 milhões) para universidades que aderirem ao vestibular nacional, crie com esse, e outras fontes, um fundo governamental, porquanto, através de um acordo com todas as correntes políticas do país – assuma, jovem!, o compromisso de não votar e convencer todo amigo de fazer o mesmo, em partido que for contra -, para construção de moradia estudantil e restaurante universitário. Isso para que num prazo máximo de 5 anos seja garantido, tal qual primeiro mundo, que todo que for fazer curso fora do seu estado, junto com o aceite, receba a chave do seu quartinho. Pois, uma Nação começa ficar tranqüila quando papai e mamãe pode dormir sabendo que filhote não tem por que ficar ao relento e com fome. Assim como, garantido isso, filhote pouco tem medo de meter a cara nos livros, estudar e ir cursar o que for e onde for. Saudade dos quitutes da mamãe... há férias para matar isso.

Anônimo disse...

VESTIBULAR ÚNICO NACIONAL: JOVENS BRASILEIROS! LUTEM!

Essas pessoas que estão decidindo tudo no caso, afirmo, têm pensado em muita coisa, menos em vocês. Esqueça essa história de que jovens da rede pública possuem má formação. Existem muitos bons e nem tanto assim e de ambos os lados. Vou provar que educando da rede pública tem tudo que precisa para fazer curso superior, com dois fatos:

1) Estudo científico da Unicamp, http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=3502&bd= 1\&pg=1&lg=, acesso abril/09, realizado por Renato Pedrosa, prova que os ingressantes através do seu cotismo, pomposamente designado de ¨Ação Afirmativa¨, não apresentam desempenho acadêmico pior. Havendo até casos significativos em que são melhores. A mesma conclusão chegou todos os estudos de casos em que adotaram algum processo deste tipo. Mais ainda. Alguns indicadores apontam a Unicamp como nossa líder no cenário internacional. Portanto, capacidade dos estudantes da rede pública de fazer qualquer curso de qualquer universidade, no mundo até, há. O mesmo vale para todo estudante brasileiro.

2) o Programa do MEC/MCT, olimpíada brasileira de matemática das escolas pública - OBMEP, matéria tida por bicho papão do estudante nacional, apresenta no endereço http://www.obmep.org.br/picme.html, o Programa de Iniciação Científica e Mestrado – PICME, que engloba 30 mestrados em matemática pelo Brasil todo. Leia. Por este, os jovens das escolas públicas classificados, com não mais do que um ano de treinamento quase todo online e que ingressaram em qualquer curso superior, podem fazer simultaneamente um curso de mestrado em matemática. Sendo o mestrado com duração de 2 anos e graduação, no mínimo, em 4 anos, muitos terminarão mestrado antes até da graduação. E, até pela quantidade de professores e universidades públicas que avalizaram tal programa, além de ser financiado pela Capes/CNPq/MEC/MCT, o fato expressa fé pública de que há educando da rede pública em condições para compensar tal investimento de recursos públicos e torná-lo mais do que um programa de sucesso. Assim sendo, facilmente o mesmo é viável para qualquer outra área. Portanto, uma vez sem possível mestrado em matemática com graduação concomitante, apenas graduação é uma coisa simplória.

A não ser que o MEC venha defender que tudo exposto é falso, portanto, significa demitir alguns e processar todos. Permanecendo verdadeiro, que o MEC tome as mesmas providências que estão tomadas via OBMEP para todos os cursos.
E, o urgentíssimo é lutar para que MEC providencie:

1) Que todo candidato, pagante ou isento no vestibular nacional, seja isento de toda e qualquer taxa em qualquer pública, caso essa não aceite só o nacional como condição única.

2) Que o MEC, ao invés de repassar recursos (começa com R$ 200 milhões) para universidades que aderirem ao vestibular nacional, crie com esse, e outras fontes, um fundo governamental, porquanto, através de um acordo com todas as correntes políticas do país – assuma, jovem!, o compromisso de não votar e convencer todo amigo de fazer o mesmo, em partido que for contra -, para construção de moradia estudantil e restaurante universitário. Isso para que num prazo máximo de 5 anos seja garantido, tal qual primeiro mundo, que todo que for fazer curso fora do seu estado, junto com o aceite, receba a chave do seu quartinho. Pois, uma Nação começa ficar tranqüila quando papai e mamãe pode dormir sabendo que filhote não tem por que ficar ao relento e com fome. Assim como, garantido isso, filhote pouco tem medo de meter a cara nos livros, estudar e ir cursar o que for e onde for. Saudade dos quitutes da mamãe... há férias para matar isso.